8 de setembro de 2011

Gati Serviços Médicos de Leme e Pirassununga assina Acordo Coletivo, garante reajuste salarial de 7% e manutenção de benefícios

Ao final de mais uma negociação da Campanha Salarial 2011/2012, a Gati Serviços Médicos de Leme e Pirassununga, assinou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano.

No acordo ficou estabelecido o reajuste salarial de 7% e a manutenção dos benefícios conquistados em campanhas anteriores. “É preocupação constante do Sinsaúde fazer com que os benefícios e os direitos adquiridos ao longo dos anos não sejam tirados, evitando, assim, um retrocesso na evolução da categoria”, destaca a presidente da Subsede do Sinsaúde em Araras, Tereza Mendes.

Nesse sentido, mais uma vez, com a assinatura do ACT, ficou garantida a manutenção de todos os benefícios previstos nos acordos anteriores, como a cesta básica com 15 itens, piso salarial por função, adicionais noturno e de horas extras, fornecimento gratuito de uniformes, materiais e equipamentos de proteção, feriado da categoria (12 de maio) e jornada especial de trabalho, sendo 12×36 com três ou duas folgas em meses alternados, além do feriado da categoria; seis horas diárias com seis folgas mensais; ou 40 horas semanais com sábados, domingos e feriados livres.

“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, capazes de transformar as vidas dos profissionais, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Agora, com a assinatura do acordo, os profissionais precisam estar atentos e fiscalizar o seu cumprimento para que nenhum direito seja retirado. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará aberto para investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria. Por isso é importante que estejamos sempre unidos e mobilizados”, reflete Edison Oliveira.

Outras conquistas:

Pisos salariais por função
Apoio – R$ 630,09
Administração – R$ 700,11
Auxiliar de enfermagem – R$ 720,09
Técnico de enfermagem – R$ 861,55
Motorista – R$ 1.020,23
Enfermeiro (a) – R$ 1.806,71

Composição da cesta básica

10 kg arroz agulhinha – tipo 1
2 kg feijão carioquinha
2 lt óleo de soja (900 ml)
2 pct macarrão com ovos (500 g)
5 kg açúcar cristal
2 pct café torrado e moído (500 g)
1 kg sal refinado
1 pct farinha de mandioca
temperada (500 g)
2 lt extrato de tomate (140 g)
1 pct biscoito doce (200 g)
1 kg farinha de trigo
1 lt leite em pó
3 sabonetes
1 tubo creme dental (50 g)
1 cx embalagem de papelão
8 de setembro de 2011

Associação Pró-Saúde assina Acordo Coletivo com reajuste salarial de 6,45% e manutenção de benefícios

Encerrando as negociações da Campanha Salarial 2011/2012, a Associação Pró-Saúde assinou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano.

No acordo ficou estabelecido o reajuste salarial de 6,45% e a manutenção dos benefícios conquistados em campanhas anteriores.“É preocupação constante do Sinsaúde fazer com que os benefícios e os direitos adquiridos ao longo dos anos não sejam tirados, evitando, assim, um retrocesso na evolução dos direitos da categoria”, destaca a presidente da Subsede do Sinsaúde em Araras, Tereza Mendes.

Nesse sentido, mais uma vez, com a assinatura do ACT, ficou garantida a manutenção de todos os benefícios previstos nos acordos anteriores, como a cesta básica com 13 itens, piso salarial por função, adicionais noturno e de horas extras, fornecimento gratuito de uniformes, materiais e equipamentos de proteção, feriado da categoria (12 de maio) e jornada especial de trabalho, sendo 12×36 com duas folgas mensais; seis horas diárias com cinco folgas mensais; ou 40 horas semanais com sábados, domingos e feriados livres.

“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, capazes de transformar as vidas dos profissionais, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos os trabalhadores da saúde participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Agora, com a assinatura do acordo, os profissionais precisam estar atentos, fiscalizando o seu cumprimento para que nenhum direito seja retirado. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará aberto para investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria”, reflete Edison.

Outras conquistas:

Pisos salariais por função

Apoio – R$ 621,00
Administração – R$ 710,00
Auxiliar de enfermagem – R$ 714,00
Técnico de enfermagem – R$ 854,00

Composição da Cesta básica

10 kg arroz agulhinha – tipo 1
2 kg feijão carioquinha
1 lt óleo de soja (900 ml)
2 pct macarrão com ovos (500 g)
2 kg açúcar refinado
1 pct café torrado moído (500 g)
1 kg sal refinado
1 pct farinha de mandioca (500 g)
1 pct fubá mimoso (500 g)
1 lt extrato de tomate (140 g)
1 pct biscoito doce (200 g)
1 kg farinha de trigo
1 cx embalagem de papelão
8 de setembro de 2011

Assinatura de Acordo Coletivo de Trabalho encerra campanha salarial na Clínica Sayão

Fechando as negociações da Campanha Salarial 2011/2012, a Clínica Psiquiátrica Antônio Luiz Sayão, de Araras, assinou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano.

No acordo ficou estabelecido o reajuste salarial de 6,44%, que corresponde ao índice de inflação do período de junho de 2010 a maio de 2011, além da manutenção dos benefícios conquistados em campanhas anteriores.

“É preocupação constante do Sinsaúde fazer com que os benefícios e os direitos adquiridos ao longo dos anos não sejam tirados, evitando, assim, um retrocesso na evolução dos direitos da categoria”, destaca a presidente da Subsede do Sinsaúde em Araras, Tereza Mendes.

Nesse sentido, mais uma vez, com a assinatura do ACT, ficou garantida a manutenção de todos os benefícios previstos nos acordos anteriores, como cesta básica com 11 itens, piso salarial por função, plano de saúde parcial, adicionais noturno e de horas extras, fornecimento gratuito de uniformes, materiais e equipamentos de proteção, feriado da categoria (12 de maio) e jornada especial de trabalho, sendo 12×36 com duas folgas mensais; seis horas diárias com cinco folgas mensais; ou 40 horas semanais com sábados, domingos e feriados livres.

“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios, capazes de transformar as vidas dos profissionais, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos participem, demonstrando o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Agora, com a assinatura do acordo, os profissionais precisam estar atentos, fiscalizando o seu cumprimento para que seu direito seja garantido. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará aberto para investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria”, reflete Edison.

Banco de horas

O Sinsaúde se mantém atento com relação ao banco de horas, visto que alguns funcionários fazem horas extras além do limite permitido por lei, isto é, dobram o plantão, excedem duas horas extras após a jornada de trabalho normal, trabalham durante as folgas, entre outras.

A dobra de plantão ou horas extras após o trabalho normal estão em desacordo com o artigo 59 da CLT, que determina que a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de até duas horas suplementares.

No caso dos estabelecimentos de saúde da base do Sinsaúde, o banco de horas somente pode ser usado em caso excepcional e não como depósito de horas extras. “As horas extras que vão para o banco de horas devem ser compensadas no período de três meses; se passar deste tempo, o empregador tem que pagar como hora extra.

Nos hospitais, os trabalhadores que atuam na jornada 12×36, não podem fazer hora extra, pois a jornada já é especial e excede o limite legal. Nas outras jornadas de trabalho não pode exceder duas horas extras por dia”, explica o diretor  de Assuntos Jurídico do Sinsaúde, Anselmo Bianco.

Horário de descanso

Os trabalhadores que atuam na jornada de seis horas diárias devem realizar corretamente os 15 minutos de descanso que estão previstos na jornada de trabalho, sendo importante para que se mantenha a qualidade no atendimento. Caso a empresa não conceda o horário de descanso para os profissionais, o período deverá ser pago como hora extra.

Tolerância de atrasos

Os trabalhadores devem estar cientes de que a legislação trabalhista garante o atraso de cinco minutos antes e depois da jornada de trabalho.

A Justiça do Trabalho estabelece que: “Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observando o limite máximo de dez minutos diários. Se ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal.”
Outras conquistas
Piso Salarial por função
Apoio – R$ 620,00
Administração – R$ 710,00
Auxiliar de enfermagem – R$ 874,00
Técnico de enfermagem – R$ 920,00

Composição da Cesta básica:

10 kg arroz agulhinha tipo 1
2 kg feijão carioquinha
2 lt óleo de soja (900 ml)
2 pct macarrão com ovos (500 g)
2 kg açúcar refinado
1 pct café torrado e moído (500 g)
1 kg sal refinado
1 lt extrato de tomate (140 g)
1 pct biscoito doce (200 g)
1 kg farinha de trigo
1 cx embalagem de papelão

8 de setembro de 2011

Unimed de Araras assina Acordo Coletivo com reajuste salarial de 7% e plano de saúde gratuito

Finalizando as negociações da Campanha Salarial 2011/2012, o Hospital Unimed de Araras, assinou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano. No acordo ficou estabelecido o reajuste salarial de 7%, plano de saúde gratuito para todos os funcionários, adicional de insalubridade para os profissionais que atuam na recepção do hospital e manutenção da política de Plano de Cargos e Salários (PCS), a partir de novembro, conforme tabela com faixas salariais no verso.

Benefícios mantidos

“É preocupação constante do Sinsaúde fazer com que os benefícios e os direitos adquiridos ao longo dos anos não sejam tirados, evitando, assim, um retrocesso na evolução de conquistas da categoria”, destaca a presidente da Subsede do Sinsaúde em Araras, Tereza Mendes.Nesse sentido, mais uma vez, com a assinatura do ACT, ficou garantida a manutenção dos benefícios previstos nos acordos anteriores, como o tíquete de R$ 83,21, que substitui a cesta básica, adicionais noturno e de horas extras, fornecimento gratuito de uniformes, materiais e equipamentos de proteção, vale-transporte, feriado da categoria (12 de maio) e jornada especial de trabalho, sendo 12×36 com duas ou três folgas em meses alternados, além do feriado do 12 de maio; seis horas diárias com cinco ou seis folgas em meses alternados; ou 40 horas semanais com sábados, domingos e feriados livres.“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, criando condições reais de valorização para os trabalhadores do hospital. Para tanto, é necessário que todos participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.Agora, com a assinatura do acordo, os profissionais precisam estar atentos, fiscalizando o seu cumprimento para que seu direito seja garantido. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará aberto para investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria”, reflete Edison

Fique atento com o seu horário de descanso e atrasos de até 10 minutos. Eles não vão para o banco de horas e não podem ser descontados!

O Sinsaúde também se mantém atento com relação ao banco de horas, visto que alguns funcionários fazem horas extras além do limite permitido por lei, isto é, dobram o plantão, excedem duas horas extras após a jornada de trabalho normal, trabalham durante as folgas, entre outras.

A dobra de plantão ou horas extras após o trabalho normal estão em desacordo com o art. 59 da CLT, que determina que a duração normal do trabalho poderá ser acrescida de até duas horas suplementares.No caso dos estabelecimentos de saúde da base do Sinsaúde, o banco de horas somente pode ser usado em caso excepcional e não como depósito de horas extras. “As horas extras que vão para o banco de horas devem ser compensadas no período de três meses; se passar deste tempo, o empregador tem que pagar como hora extra. Nos hospitais, os trabalhadores que atuam na jornada 12×36, não podem fazer hora extra, pois a jornada já é especial e extrapola o limite legal. Nas outras jornadas de trabalho não pode exceder duas horas extras por dia”, explica o diretor  de Assuntos Jurídico do Sinsaúde, Anselmo Bianco.

Horário de descanso

Os trabalhadores que atuam na jornada de seis horas diárias devem realizar corretamente os 15 minutos de descanso que estão previstos na jornada de trabalho, sendo importante para que se mantenha a qualidade no atendimento. Caso a empresa não conceda o horário de descanso para os profissionais, o período deverá ser pago como hora extra.


Tolerância de atrasos

Os trabalhadores devem estar cientes de que a legislação trabalhista garante o atraso de cinco minutos antes de depois da jornada de trabalho. A Justiça do Trabalho estabelece que: “Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observando o limite máximo de dez minutos diários. Se ultrapassado esse limite, será considerada como extra a totalidade do tempo que exceder a jornada normal.”

19 de agosto de 2011

Trabalhadores do hospital Ouro Verde comemoram evolução que garantiu triênio e aumento real nos pisos

No dia 5 de agosto, os trabalhadores do Hospital Ouro Verde receberam seus salários com o aumento conquistado na Campanha Salarial 2011/12, além das diferenças salariais acumuladas desde o mês de junho e outros benefícios adquiridos com a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), o qual abrange todos os trabalhadores do complexo Ouro Verde, independente da formação do funcionário.

Entre os destaques dos benefícios conquistados estão o reajuste salarial de 6,44%, referente à inflação acumulada entre uma campanha salarial e outra, qual seja, junho de 2010 a maio de 2011; aumento real nos pisos salariais do Apoio, incluindo a criação do salário-base para o pessoal da Manutenção e ainda a melhoria na qualidade da cesta básica (veja box) e a conquista do triênio, que vai garantir aos trabalhadores 3% a mais nos salários a cada três anos somados na empresa.

Para o diretor do Sinsaúde Paulo Sérgio Pereira da Silva, as conquistas da campanha salarial foram importantes e reanimaram os funcionários da casa. “Os trabalhadores querem se sentir valorizados pela empresa e alguns avanços contribuíram para a satisfação interna”, afirma Paulo.

A diretora sindical Márcia Regina Limiro aponta que ainda há muito para ser conquistado, mas destaca que os avanços desta campanha agradaram os colegas de trabalho. “A conquista do triênio e a melhoria da qualidade da cesta básica são um destaque, além do aumento nos pisos, que atendeu um grande número de trabalhadores”, afirma ela.

Os dois diretores que atuam no Hospital Ouro Verde destacam que nesta campanha salarial outros dirigentes sindicais participaram ativamente das negociações, contribuindo, assim, para os bons resultados que foram assegurados, como é o caso de Pedro Tolentino, Osvaldo Ferreira de Souza e João de Fátima.

Destaca, contudo, que para alcançar novos patamares de evolução é necessário ter profissionais de fibra e destemidos. Só assim, e com união, é que poderão dar uma nova guinada rumo a dias melhores. “Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, capazes de transformar suas vidas, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Agora, com a assinatura do ACT, os profissionais precisam estar atentos, fiscalizando o seu cumprimento para que nenhum direito seja retirado. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará aberto para investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria. Por isso é importante que estejamos sempre unidos e mobilizados”, reflete o presidente Edison.

Pisos Salariais
- Apoio:800,00
- Manutenção: 1.442,52
- Aux. enfermagem:1.490,16
- Téc. enfermagem:1.729,65
- Enfermeiro especialista:3.800,00
- Enfermeiro assistencial/intensivista: 3.200,00

Cesta Básica
10 kg arroz agulhinha – tipo 1

3 kg feijão carioquinha

4 lt óleo de soja (900 ml)

2 pct macarrão c/ovos (500 g)

4 kg açúcar refinado

1 pct café t/m (500 g)

1 kg sal refinado

1/2 kg farinha de mandioca

1/2 kg fubá mimoso

1 lt ext. de tomate (140 g)

1 pct biscoito doce (200 g)

1 kg farinha de trigo

2 lt leite em pó (400 g)

19 de agosto de 2011

Trabalhadores da Santa Casa Anna Cintra, de Amparo, acatam proposta de acordo salarial e greve é suspensa

Em assembleia realizada no dia 15 de agosto, os funcionários da Santa Casa Anna Cintra, de Amparo, aceitaram a proposta apresentada no final da tarde pelo presidente da instituição, Fernando Antônio Amaral Nóbrega, ao Sinsaúde Campinas e Região, entidade que representa os funcionários. As negociações foram intensas e a última contraproposta somente chegou no Sindicato às 17h20, pouco antes do início da assembleia. “Uma hora antes recebemos uma outra proposta do hospital, na qual seus diretores reduziam o índice proposto na Procuradoria do Trabalho. E foi com a intervenção do prefeito que a proposta final foi enviada depois”, explicou o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Os avanços da campanha

De acordo com ele, a entidade vai assinar o Acordo Coletivo de Trabalho com a Santa Casa, que vai conceder aos trabalhadores reajuste salarial de 7% a partir de 1º de junho, além de aumentos reais nos pisos salariais, em índices que variam entre 15,51% e 22,78%. Assim, os funcionários que atuam no setor de Apoio passam a ter direito a um piso de R$670,00 (reajuste de 15,51%), o pessoal do Administrativo a R$700,00 (16,66%), os auxiliares de enfermagem a R$780,00 (20,61%) e os técnicos de enfermagem a R$950,00 (22,78%). “Ninguém pode ganhar menos que estes salários estabelecidos como piso”, ressalta a diretora do Sinsaúde em Amparo, Vanessa Godoy Campos.

Vanessa destaca que outra conquista importante foi a ampliação dos alimentos da cesta básica concedida aos funcionários, que foi reforçada com mais dois litros de óleo, um quilo de açúcar, um extrato de tomate, um pacote de bolachas, além da substituição de um quilo de farinha de mandioca por um achocolatado em pó.

Além desses direitos ampliados por meio da Campanha Salarial 2011/2012, comandada pelo Sinsaúde, os trabalhadores ainda terão a garantia de manutenção de inúmeros outros benefícios conquistados em anos anteriores. Na opinião da também diretora sindical local, Juliana Guilherme, o resultado representa um importante avanço nas condições salariais existentes na Santa Casa.

“Poderíamos avançar ainda mais, mas acho que começamos a aprender o quanto a nossa organização é importante para evoluir. Este é o começo. Ainda vamos melhorar, tenho certeza”, destaca ela.Edison completa lembrando que na última assembleia poucos trabalhadores estiveram presentes e bancaram  esta evolução. “A participação  deste grupo  foi importantíssimo para darmos este  primeiro passo”, destaca ele, lembrando que a administração o tempo todo dizia que não apresentaria nenhuma proposta individualmente, seguindo orientação do Sindicato Patronal , o que acabou mudando com a organização dos trabalhadores.

Negociações vão continuar

O presidente do Sinsaúde ainda destacou a importante participação do prefeito da cidade, Paulo Turato Miotta nas negociações e acordo com a administração da Santa Casa. “Não fosse a interferência política do prefeito, este acordo não se viabilizaria”, afirma Edison. Dada às más condições existentes no hospital, que precisam ser sanadas, garantindo maior valorização dos trabalhadores e melhor atendimento à população, o prefeito promete manter o diálogo com  o Sinsaúde.

Oliveira lembra que até a possibilidade de intervenção chegou a ser cogitada pelo prefeito, dada às condições de trabalho. “Nosso objetivo é conseguir melhorias que justifiquem os recursos repassados à Santa Casa – quase R$ 700 mil/mês -, pois entendemos que eles devem ser aplicados no aumento dos salários dos funcionários, bem como na qualidade de atendimento”, finaliza ele.

19 de agosto de 2011

Depois do plebiscito da cesta básica, Sinsaúde volta a negociar acordo coletivo com Santa Casa de Dracena

“A participação de uma categoria unida e engajada pelo propósito de conquistar melhores condições de trabalho é a única ferramenta capaz de proporcionar a evolução e valorização profissional”. É com esta frase que o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira, descreve a situação dos trabalhadores da Santa Casa de Dracena, que em sua opinião deveriam utilizar melhor a poderosa arma que possuem: a união e capacidade de mobilização. As negociações da Campanha Salarial 2011/12 ainda não estão encerradas.

Cesta básica vai a plebiscito e maioria opta por tíquete

Um dos empecilhos para o acordo é a definição relativa a cesta básica. Os trabalhadores reivindicaram a substituição da cesta por um tíquete condizente com o valor real dos alimentos a varejo. Assumindo uma posição democrática, o Sinsaúde convocou os trabalhadores para uma consulta, cujo resultado mostrou que 91,7%, ou seja,  dos 78 dos 85 votantes. Destes, a maioria, acredita que o valor justo para o tíquete é R$140,00. A diretoria do Sinsaúde vai continuar negociando para que esta e outras reivindicações apontadas pelos trabalhadores sejam atendidas.

Outras reivindicações

Durante a votação na Santa Casa de Dracena, os profissionais estiveram a vontade para levantar outras reivindicações. Entre elas está o fornecimento de café da manhã e lanche noturno para todos os funcionários, volta do anuênio, jornada de 30 horas semanais, fim do banco de horas, regularização no pagamento das horas extras, cesta básica de qualidade, melhor qualificação dos encarregados para que haja melhor tratamento aos seus comandados, salários compatíveis de acordo com a função desempenhada.

“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, capazes de transformar as vidas dos profissionais, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante, pois o Sindicato sozinho não é nada. Por trás desta entidade existem milhares de trabalhadores que precisam estar unidos”destaca o presidente da subsede do Sinsaúde em Dracena, José Sérgio de Freitas.

Resultado do plebiscito

Total de votantes: (85) -100%

Votantes para tíquete (78) – 91,7%

Votantes para cesta básica (7) – 8%
Valor da Cesta:

R$ 150,00- (10) -12%

R$ 146,00- (02) – 2%

R$ 145,00- (11) – 13%

R$ 140,00- (28) – 33%

R$ 120,00- (05) – 6%

R$ 100,00- (17) – 20%

R$ 90,00- (01) – 1%

R$ 82,00- (01) – 1%

R$ 80,00- (03) – 4%

Veja a repercussão da notícia na imprensa de Dracena:

Jornal Diário

Jornal Regional


12 de agosto de 2011

Em assembleia, trabalhadores do Mário Covas aceitam a proposta do hospital e ACT é assinado

Chega ao fim as negociações da Campanha Salarial 2011/2012 no Hospital Municipal Mário Covas, de Hortolândia. Em assembleia realizada no dia 5 de agosto, os trabalhadores aceitaram a proposta apresentada pela Cardiocamp, administradora do hospital. Ela propôs manter todos os benefícios já conquistados e reajustar os salários em 6,64%.

Além da correção da inflação do período de agosto de 2010 a julho de 2011 e da manutenção dos direitos também ficaram estabelecidos salários para técnicos de enfermagem, conforme a data de ingresso no hospital. Eles variam de R$ 1.171,50 a R$ 1.380,00, dependendo da data de contratação; e enfermeiros, que variam de R$ 2.184,00 a R$ 2.460,00, também dependendo da data de entrada no hospital; implantação da NR-32, além da formação de uma comissão paritária, composta por representantes do Sinsaúde e do hospital, para negociação permanente.

Esta comissão será formada no dia 15 de agosto e, neste mesmo dia, em sua primeira reunião, a pauta de discussão envolverá assuntos como assédio moral, instalação da Cipa e condições dignas de trabalho.

ACT garante direitos

Com a aprovação da proposta do hospital pelos trabalhadores, a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) encerra a Campanha Salarial 2011/2012, garantindo os direitos dos funcionários pelo período de um ano, isto é, até maio de 2012, já que a data-base dos trabalhadores é junho, quando então deverão ocorrer novas negociações.

Trabalhadores sempre unidos

“Mesmo com a assinatura do ACT, os trabalhadores devem ficar atentos e unidos com o Sindicato. A fiscalização dos direitos conquistados nesta e nas demais campanhas compete aos trabalhadores e qualquer irregularidade deve ser denunciada ao Sindicato para as providências necessárias”, alerta o diretor do Sinsaúde, João de Fátima. “Juntos, vamos conquistar um ambiente mais saudável para todos”, completa o também diretor do Sinsaúde Osvaldo Ferreira de Souza.

“É sempre importante lembrar os trabalhadores de que o Sinsaúde sozinho não tem força para lutar. É necessária a união da categoria, participando ativamente das ações do Sindicato para conquistar cada vez mais para os profissionais da saúde”, alerta o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Chega ao fim as negociações da Campanha Salarial 2011/2012 no Hospital Municipal Mário Covas, de Hortolândia. Em assembleia realizada no dia 5 de agosto, os trabalhadores aceitaram a proposta apresentada pela Cardiocamp, administradora do hospital. Ela propôs manter todos os benefícios já conquistados e reajustar os salários em 6,64%.  Além da correção da inflação do período de agosto de 2010 a julho de 2011 e da manutenção dos direitos também ficaram estabelecidos salários para técnicos de enfermagem, conforme a data de ingresso no hospital.

Eles variam de R$ 1.171,50 a R$ 1.380,00, dependendo da data de contratação; e enfermeiros, que variam de R$ 2.184,00 a R$ 2.460,00, também dependendo da data de entrada no hospital; implantação da NR-32, além da formação de uma comissão paritária, composta por representantes do Sinsaúde e do hospital, para negociação permanente. Esta comissão será formada no dia 15 de agosto e, neste mesmo dia, em sua primeira reunião, a pauta de discussão envolverá assuntos como assédio moral, instalação da Cipa e condições dignas de trabalho.

ACT garante direitosCom a aprovação da proposta do hospital pelos trabalhadores, a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) encerra a Campanha Salarial 2011/2012, garantindo os direitos dos funcionários pelo período de um ano, isto é, até maio de 2012, já que a data-base dos trabalhadores é junho, quando então deverão ocorrer novas negociações.

Trabalhadores sempre unidos“Mesmo com a assinatura do ACT, os trabalhadores devem ficar atentos e unidos com o Sindicato. A fiscalização dos direitos conquistados nesta e nas demais campanhas compete aos trabalhadores e qualquer irregularidade deve ser denunciada ao Sindicato para as providências necessárias”, alerta o diretor do Sinsaúde, João de Fátima. “Juntos, vamos conquistar um ambiente mais saudável para todos”, completa o também diretor do Sinsaúde Osvaldo Ferreira de Souza.

“É sempre importante lembrar os trabalhadores de que o Sinsaúde sozinho não tem força para lutar. É necessária a união da categoria, participando ativamente das ações do Sindicato para conquistar cada vez mais para os profissionais da saúde”, alerta o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Tabela salarial conforme data de ingresso no hospital

Técnico de enfermagem:
- a partir de 1º de junho – R$ 1.171,50
- a partir de 1º de agosto – R$ 1.250,00
- a partir de 1º de novembro – R$ 1.320,00
- a partir de 1º de fevereiro/12 – R$ 1.380,00

Enfermeiros:
- a partir de 1º de junho – R$ 2.184,00
- a partir de 1º de agosto – R$ 2.276,00
- a partir de 1º de novembro – R$ 2.368,00
- a partir de 1º de fevereiro/12 – R$ 2.460,00
11 de agosto de 2011

PRT dá prazo até segunda, dia 15, para Santa Casa Anna Cintra apresentar nova proposta

Sem qualquer proposta de acordo para evitar a greve, já marcada pelos trabalhadores para o dia 16 de agosto. Foi assim, de mãos vazias, que os representantes da Santa Casa Anna Cintra, de Amparo, compareceram na audiência de conciliação realizada nesta quinta-feira, dia 11 de agosto, na Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), em Campinas.

O procurador do trabalho João Batista Martins César deixou claro que uma última chance seria dada à diretoria do hospital para que um acordo colocasse fim à insustentável situação dos trabalhadores que, além dos baixos salários, sofrem com a sobrecarga de trabalho e as más condições para exercer suas funções. Esse prazo é segunda-feira, dia 15 de agosto, em nova audiência que será realizada, às 10 horas, na sede da PRT.

Assembleia de avaliação
A Santa Casa Anna Cintra possui 250 funcionários e a diretoria do Sinsaúde espera a presença de todos na assembleia que convoca para o mesmo dia (15 de agosto), às 18h30, em sua subsede.

Nesse encontro, os trabalhadores vão avaliar a contraproposta que deverá ser apresentada pela administração da Santa Casa. “Em caso de recusa ou se a diretoria não apresentar uma contraproposta, os funcionários deverão organizar a greve já agendada para a terça-feira, dia 16”, afirma o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira, destacando a importância de todos comparecerem na assembleia.

Na PRT, o Sinsaúde foi representado pela diretora do Sinsaúde em Amparo, Vanessa Godoy Campos, pelo diretor jurídico, Anselmo Bianco, e ainda pelo presidente da Subsede de Itapira, Ademir Nani. Já, a Santa Casa se fez representar por Aline Aparecida Moreira César e Michele Aparecida da Câmara, todos acompanhados pelos respectivos advogados.

Prefeito fala em intervenção
Em conversa mantida, nesta mesma quinta-feira, com o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira, o prefeito de Amparo, Paulo Turato Miotta, falou sobre a possibilidade de o município intervir nos hospitais Beneficência Portuguesa e Santa Casa Anna Cintra, dada às más condições de salários e trabalho. “O município repassa uma boa verba para os hospitais, o que não justificaria os problemas apontados e a grande insatisfação que impera no setor. Diante deste panorama, o prefeito decidiu colocar a intervenção na pauta do dia e o assunto está sendo avaliado”, afirmou Edison de Oliveira.

As reivindicações dos trabalhadores

Seguindo a pauta definida em assembleia, os trabalhadores pedem piso salarial mínimo de R$ 800,00 para o Apoio, R$ 900,00 para Administração, R$ 1.200,00 para o auxiliar e R$ 1.400,00 para o técnico de enfermagem, além de melhoria da cesta básica, cessão de uma adequada sala de descanso, terceira e sexta folgas, contratação de mais funcionários e melhores condições de trabalho, dentre outras.

Juliana Guilherme, também diretora sindical, destacou que outra insatisfação dos trabalhadores é a falta de valorização. “Os funcionários querem, por exemplo, o registro correto da função exercida em carteira para os técnicos de enfermagem que atuam como tal, mas são registrados como auxiliares”, destaca ela.
11 de agosto de 2011

Na campanha salarial, trabalhadores do Instituto Bairral saem com 15% de aumento e agenda para negociar PCS

Mais que os resultados gerais, considerados pelos trabalhadores um avanço importante, a garantia de continuidade das negociações visando à elaboração de Plano de Cargos e Salários (PCS) foi comemorado por todos os 700 profissionais que integram o Instituto Bairral de Psiquiatria. Após três anos sem fechar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, o hospital volta a assinar o documento que garante uma melhoria substancial nas condições salariais e de trabalho no hospital.

“A mobilização dos trabalhadores foi o que determinou essa vitória. Certamente que poderia ter sido melhor, mas as demonstrações dadas contribuíram para que o Sinsaúde conseguisse avançar no acordo”, destaca a vice-presidente do Sinsaúde, Leide Mengatti, que participou do processo de negociação final.

Para ele, o progresso conquistado pelos trabalhadores, por meio da ação do Sinsaúde, foi uma demonstração do quanto os profissionais da saúde devem estar unidos à entidade sindical que os representa. “Não existe outro caminho para os trabalhadores, que não seja estar com o Sindicato que os representa.”

As conquistas garantidas no ACT

O acordo entre o Sinsaúde e o Bairral foi feito com a mediação da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), em Campinas, e teve a aprovação dos trabalhadores que se reuniram em assembleias para avaliar a proposta.

11 de agosto de 2011

Trabalhadores do Instituto Bairral se mobilizam para conquistar mudanças

Chega ao fim a Campanha Salarial 2011/2012 no Instituto Bairral. A diretoria do hospital fechou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano. Para chegar a este resultado, a diretoria do hospital precisou ver que os trabalhadores estavam dispostos a lutar por seus direitos, ou seja, quanto mais organização, mais conquistas. E isto já está comprovado.

Na campanha salarial realizada no Bairral algumas ações mostraram que os trabalhadores não se contentariam com pouco. Uma das ações de maior repercussão foi a distribuição de uma ‘carta aberta’, na qual estavam expostas as condições salariais e de trabalho no estabelecimento de saúde. O documento, entregue no XX Simpósio do Instituto de Psiquiatria Américo Bairral, cujo tema foi “Violência e saúde mental”, conseguiu grande repercussão e foi fundamental para a conclusão do trabalho sindical.

Os trabalhadores precisam estar atentos aos acontecimentos no seu ambiente de trabalho e procurar participar mais das ações do Sindicato para que juntos possam negociar e conquistar cada vez mais para a categoria. “Se os trabalhadores não se unem, o Sindicato enfraquece e os trabalhadores ficam nas mãos do patrão. A demonstração dada no Bairral já ajudou a melhorar as condições do acordo”, frisa Edison de Oliveira, presidente do Sinsaúde. Vejam os registros dessa mobilização em fotos de Antonio Zalberto Bezerra da Silva.

Chega ao fim a Campanha Salarial 2011/2012 no Instituto Bairral. A diretoria do hospital fechou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Sinsaúde, garantindo os direitos dos trabalhadores por mais um ano. Para chegar a este resultado, a diretoria do hospital precisou ver que os trabalhadores estavam dispostos a lutar por seus direitos, ou seja, quanto mais organização, mais conquistas. E isto já está comprovado. Na campanha salarial realizada no Bairral algumas ações mostraram que os trabalhadores não se contentariam com pouco. Uma das ações de maior repercussão foi a distribuição de uma ‘carta aberta’, na qual estavam expostas as condições salariais e de trabalho no estabelecimento de saúde. O documento, entregue no XX Simpósio do Instituto de Psiquiatria Américo Bairral, cujo tema foi “Violência e saúde mental”, conseguiu grande repercussão e foi fundamental para a conclusão do trabalho sindical.

Os trabalhadores precisam estar atentos aos acontecimentos no seu ambiente de trabalho e procurar participar mais das ações do Sindicato para que juntos possam negociar e conquistar cada vez mais para a categoria. “Se os trabalhadores não se unem, o Sindicato enfraquece e os trabalhadores ficam nas mãos do patrão. A demonstração dada no Bairral já ajudou a melhorar as condições do acordo”, frisa Edison de Oliveira, presidente do Sinsaúde.

11 de agosto de 2011

Veja quais foram os direitos conquistados na Campanha Salarial 2011/2012 no Instituto Bairral

Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) assinado entre o Sinsaúde e o Instituto Bairral contou com a mediação da Procuradoria Regional do Trabalho da 15º Região, em audiência realizada no dia 18 de julho, em Campinas.

Pelo acordo, a administração do Bairral garantiu reajuste, a partir de 1º de junho, de 15% para os pisos salariais, quais sejam: pessoal do Apoio, Administrativo, além dos auxiliares e técnicos de enfermagem. Para os que estão acima do piso, o hospital concedeu 10% de aumento.

Ficou também previsto o pagamento das diferenças decorrentes do não-pagamento do piso estadual nos meses de abril e maio para o pessoal do Apoio, além das diferenças da aplicação do acordo salarial que é retroativo a 1 de junho. Os acertos serão feitos pelo hospital no dia 20 de agosto.

“É preciso destacar que todos os profissionais do Bairral obtiveram aumento real de salários. Quem teve o salário reajustado em 15% contabilizou 8,56% de aumento real e quem tem teve 10% ganhou 3,56% além da inflação. O aumento real foi ainda maior para os trabalhadores que estavam ganhando menos que o piso estadual”, destacou Ademir Nani, presidente da Subsede do Sinsaúde em Itapira.

Dessa forma, os profissionais da saúde, lotados no Bairral, passam a usufruir um salário-piso de R$ 667,00 (Apoio),  R$816,50 (Administrativo) e R$ 992,08 (auxiliares de enfermagem) e R$ 1.012,00 (técnicos de enfermagem). “Sem dúvida foi um importante avanço”, complementou o diretor do Sinsaúde Ed Marcelo Pracchias.

Cesta básica

Em relação à cesta básica, os debates evoluíram para a melhoria do benefício já conquistado há anos para os trabalhadores, que agora contarão com o acréscimo dos seguintes itens: um litro de óleo, 500 gramas de pó de café, uma lata de leite em pó, um tubo de pasta de dente, um quilo de sabão em pó e a substituição do sal por uma lata de sardinha e da farinha de mandioca por um achocolatado.

Manutenção de direitos

A proposta de acordo prevê a manutenção dos demais benefícios conquistados em campanhas salariais passadas e a retomada das negociações em janeiro de 2012 para a elaboração de um Plano de Cargos e Salários no hospital.

Avaliação deve ser feita pelos trabalhadores

“Avançamos bastante nas negociações, mas a decisão de aceitar ou não ficou para os trabalhadores que aprovaram a proposta, suspendendo a greve já agendada para o dia 20 de julho”, frisou Ed. Ele lembra que até então as propostas de acordo da administração do Bairral deixavam os trabalhadores revoltados. “Quando a última proposta foi feita para nós, os trabalhadores decidiram dar um voto de confiança para a administração, principalmente pelo fato de abrir caminho para a elaboração de novas negociações e a criação do Plano de Cargos e Salários, que poderá corrigir todas as distorções existentes”, lembra ele.

O presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira, destacou ainda a importância de os trabalhadores se manterem organizados e fiscalizarem o cumprimento dos seus direitos. “E claro, comunicar o Sindicato qualquer irregularidade”, finalizou.

*Trabalhadores falam sobre as conquistas

Técnico de enfermagem
“Achei que neste ano, o Sinsaúde se impôs bastante durante a campanha salarial e mostrou que estava conosco a todo o momento, defendendo nossos interesses. Para mim é superimportante que essa abertura entre a categoria e o Sindicato aconteça, pois somente assim podemos avançar nos acordos e foi o que aconteceu nesta campanha. Nota 10 para o Sinsaúde!”

Cozinheiro
“Tudo foi ótimo na campanha de 2011. Conquistamos um reajuste de 15% e isso foi inédito para nós. Com certeza, o apoio que o Sindicato nos deu fez toda a diferença para que tudo isso acontecesse. Por isso, os trabalhadores devem se associar, pois apenas com todos unidos é que podemos garantir que as coisas mudem. O povo tem que deixar de ter medo de ir às assembleias, porque são nelas que podemos discutir o que precisamos mudar e documentar nossas reivindicações. A atuação do Sinsaúde este ano foi exemplar. Parabéns a todos os diretores que nos ajudaram nesta luta!”

Auxiliar de enfermagem
“Muito boa a campanha do Sindicato este ano. Mesmo ainda sendo pouco o número de trabalhadores que se mobilizaram efetivamente, o Sinsaúde conseguiu nos representar muito bem e conquistar coisas que ainda não havíamos conseguido. É preciso acabar com esse pensamento de que não adianta nada a gente falar. Adianta sim! Junto ao Sindicato podemos reclamar com mais propriedade, pois a nossa união faz toda a diferença na hora de mudar o que não nos satisfaz. É fazendo o nosso trabalho direito e falando as coisas que estão erradas que podemos obter nossas melhoras.”
Técnico de enfermagem
“Excelente o trabalho do Sindicato nesta campanha. Faz 20 anos que trabalho na área e a gente vem de uma dificuldade muito grande para conseguir avançar nos acordos. Com certeza, esses 15% de reajuste é só o início de muitas outras conquistas, mas é preciso que alguns colegas de trabalho deixem o comodismo de lado e tenham mais vontade de mudar, pois apenas desta forma faremos verdadeiramente parte de uma história cheia de vitórias.”

* As identidades foram preservadas a pedido dos trabalhadores.

9 de agosto de 2011

Trabalhadores do complexo Famema e Famar, de Marília, entram em estado de greve até que salários sejam regularizados

Há quatro anos sem reajuste salarial, os trabalhadores do complexo Famema (Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília) e Famar (Fundação de Apoio a Faculdade de Marília) decidiram ficar em estado de greve e ameaçam paralisar suas atividades caso a administração do hospital não conceda a recomposição do índice das perdas salariais acumuladas desde 2007, que totalizam 27,65%.

Nesse período, a diretoria do Sinsaúde procurou negociar com a administração da Fundação. Todos os anos, durante a campanha salarial da categoria, foram encaminhadas as pautas de reivindicações. Diversas reuniões foram realizadas e também audiências, envolvendo o Ministério do Trabalho e a Secretaria de Saúde do Estado, na tentativa de garantir os direitos dos profissionais da saúde.

“O Sinsaúde sempre esteve aberto ao diálogo e procura de todas as formas o meio adequado para a solução dos problemas dos trabalhadores. Entretanto, caso não seja feita a imediata recomposição dos salários e garantida a manutenção dos demais benefícios conquistados, não restará outro caminho senão a deflagração da greve”, alerta Aristeu Carriel, presidente da Subsede do Sinsaúde em Marília.

Assembleia

No dia 15 de agosto, a diretoria do Sinsaúde se reúne novamente com a  administração do complexo Famema, quando espera ter uma posição com relação a atualização dos salários e assinatura do Acordo Coletivo 2011/2012.

A diretoria do Sinsaúde convoca os trabalhadores para uma assembleia para avaliar uma possível proposta da Fundação. Ela vai acontecer no dia 16 de agosto, às 6h30 em frente o Hospital das Clínicas e às 12h30 no Hospital Materno-Infantil.

Assembleia
Dia 16 de agosto (terça-feira)
Às 6h30, no Hospital de Clínicas
Às 12h30, no Hospital Materno-Infantil
5 de agosto de 2011

Em Tupã, Acordos Coletivos de Trabalho são fechados com aumento real de salários

Em quase todos os hospitais da região de Tupã foi firmado com o Sinsaúde o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que garante os direitos e benefícios dos trabalhadores da saúde por um ano, concluindo, assim, a Campanha Salarial 2011/2012.

O resultado da campanha foi positivo, com aumento real de salários e avanços importantes, como a conquista da terceira e sexta folgas em vários estabelecimentos da região.

Nas negociações feitas por hospital, a diretoria batalhou por  melhorias específicas para o local, mas os  resultados são melhores quando existe participação ativa dos trabalhadores.
É uma batalha que não se encerra, pois a evolução da categoria da saúde é a missão do Sinsaúde.

Contudo, para alcançar novos patamares de evolução é necessário ter profissionais de fibra e destemidos. Só assim, e com união, é que poderão dar uma nova guinada rumo a dias melhores.

“Sabemos que é possível conquistar novos benefícios trabalhistas, capazes de transformar suas vidas, criando condições reais de valorização. Para tanto, é necessário que todos participem e demonstrem o quanto a evolução profissional é importante”, destaca o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Agora, com a assinatura do acordo, os profissionais precisam estar atentos, fiscalizando o seu cumprimento para que nenhum direito seja retirado. “Em caso de descumprimento de qualquer direito, o Sinsaúde estará sempre à disposição para receber as denúncias dos trabalhadores e, posteriormente, investigar e tomar as devidas providências em defesa da categoria. Por isso é importante que estejamos sempre unidos e mobilizados”, reflete Edison.

4 de agosto de 2011

Sinsáude alerta trabalhadores da Santa Casa de Dracena sobre negociações de seus direitos trabalhistas

Como todos sabem as negociações  da Campanha Salarial 2011/2012 na Santa Casa de Dracena ainda não se concretizaram, mesmo com a antecipação de 5% de reajuste já oferecidos pelo hospital aos seus funcionários e também aos do Ambulatório Médico de Especialidade (AME), que é administrado pela Santa Casa, os trabalhadores estão inseguros quanto aos seus salários.

Diante disso, os trabalhadores têm que entender que é preciso se unir ao Sindicato para lutar pela manutenção dos direitos já existentes, por um reajuste digno nos salários e conquistar outros que fazem parte da pauta de reivindicações. “Lutar pela volta do anuênio, pela melhoria da cesta-básica, por um salário mais compatível com o do mercado, entre outros benefícios que possam melhorar a vida dos trabalhadores”, alerta José Sérgio Freitas, presidente da Subsde do Sinsaúde em Dracena.

O Sinsaúde tem a constante preocupação de fazer com que os benefícios e os direitos adquiridos ao longo dos anos não sejam tirados, evitando, assim, um retrocesso na evolução da categoria. “E para não retroceder, os trabalhadores têm que participar junto com o Sindicato”, completa José Sérgio.

Tíquete-cesta

Esse é um assunto que tem que ser reavaliado pelos trabalhadores. O hospital, além da cesta ‘in natura’, também concederá o tíquete-cesta àqueles que fizerem esta opção. Mas vale lembrar que o valor do tíquete-cesta que o hospital oferece é de R$ 53,20, que, segundo a sua administração, corresponde ao valor da cesta. “Ledo engano! Com este valor, os trabalhadores não compram os mesmos itens que compõem a cesta básica, portanto o valor do tíquete tem que ser reavaliado”, esclarece José Sérgio.

Ele lembra que a Prefeitura fornece vale-cesta aos funcionários no valor de R$ 145,54 e repassa este mesmo valor aos funcionários da Empresa Municipal de Saúde, a qual é representada pelo Sinsaúde. “Por que não fornecer o mesmo valor aos funcionários da Santa Casa e do AME?”, questiona o presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira.

Para responder a esta pergunta, a diretoria do Sinsaúde convoca os trabalhadores que optarem pelo vale-cesta a comparecer na Subsede do Sinsaúde, nos dias 9 e 10 (terça e quarta-feiras), das 8 horas  às 11h30 e das 13h30 às 18 horas, a fim de fazer a opção por escrito. “Além de registrar sua opção, vamos discutir outros benefícios que os trabalhadores reivindicam para melhorar sua qualidade de vida”, avisa José Sérgio.
Portanto, você, trabalhador, que prefere o tíquete-cesta, procure a Subsede do Sinsaúde. Una-se a quem realmente luta pelos seus direitos.

“Os trabalhadores precisam estar atentos aos acontecimentos no seu ambiente de trabalho e procurar participar mais das ações do Sindicato para que juntos possamos negociar com o patrão e conquistar cada vez mais para a categoria. Se os trabalhadores não se unirem, o Sindicato enfraquece e os trabalhadores ficam nas mãos do patrão”, alerta Edison  Oliveira.