Vitale desrespeita direitos trabalhistas e funcionários vivem dias amargos

10/08/2017

Mais uma vez, o Sinsaúde chama a atenção para os desrespeitos cometidos pela administração do Hospital Ouro Verde, de Campinas. Os funcionários da unidade de saúde sofrem com a falta de pagamento dos encargos trabalhistas, como FGTS, INSS e IRRF.

 

Como se não fosse o bastante, a Vitale Saúde, gestora do hospital, demite os trabalhadores e não paga as verbas rescisórias. Além disto, quando o profissional da saúde sai de férias, não tem nenhuma previsão de receber por este período de descanso do trabalho. A lei em vigor determina o pagamento em até 48 horas antes do trabalhador sair de férias. “Confira a sua conta. Se não foi pago, continue trabalhando”, alerta a presidente o Sinsaúde, Leide Mengatti.

 

Em razão desses abusos, o Sinsaúde convoca os trabalhadores para uma assembleia no dia 15 de agosto, às 8, 14 e 20 horas, no refeitório do hospital.


“A administração do Ouro Verde abusa da paciência do trabalhador e o Sinsaúde já entrou com várias ações trabalhistas contra a Vitale para combater esses desrespeitos, mas os patrões insistem em não solucionar os problemas”, destaca Leide.

 

A dirigente sindical ressalta também a importância da mobilização na próxima assembleia. “É fundamental a participação de todos para avaliarmos quais as providências a serem tomadas para que o hospital respeite os direitos trabalhistas.” diz o diretor do Sinsaúde e funcionário do Ouro Verde, Paulo Sérgio Pereira da Silva. A dirigente sindical e também funcionária do hospital, Evelin de Cássia Pacheco, lembra do histórico de abusos da Vitale Saúde, que assumiu o Ouro Verde no meio do ano passado. “A Vitale não assume suas responsabilidades com o trabalhador há vários meses. O Sinsaúde já pediu mediação dos poderes Executivo e Legislativo para ajudar a solucionar os problemas, mas os patrões insistem em ignorar todos os abusos”, conta Evelin.
A sindicalista reforça que a mudança só é possível se houver mobilização e união de todos os trabalhadores.

 

“Vamos lutar juntos pelo pão de nossas famílias, pois o próximo pode ser você. Una-se ao Sinsaúde e vamos lutar juntos pelos nossos direitos”, finaliza o diretor Paulo.
 

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