Trabalhadores do Hospital Municipal de Cajamar recebem atendimento jurídico do Sinsaúde

15/05/2018

Nessa segunda-feira, dia 14, trabalhadores do Hospital Municipal de Cajamar, associados ao Sinsaúde, receberem atendimento jurídico da subsede de Jundiaí, responsável pela região, na porta do hospital através do projeto Pé na Estrada. O advogado Ivan Pereira e a diretora sindical Juliana Karine Machado recolheram a documentação dos associados e explicaram o processo judicial coletivo que será movido pelo Sinsaúde contra a antiga Organização Social (OS) Reviva Saúde, que administrava o hospital.

 

O advogado do Sinsaúde explicou que no final do ano passado, terminou o contrato da OS que administrava o hospital e começaram as discussões sobre o pagamento das verbas rescisórias de mais de 150 funcionários. Segundo ele, após essas negociações a OS Reviva realizou o pagamento do 13º salário, do FGTS e outros encargos; entretanto, as férias, os saldos de salários e as multas, acabaram não sendo pagas, por isso, agora o sindicato vai entrar com processo na justiça solicitando o pagamento dos direitos dos trabalhadores. Ele explicou ainda que o processo será movido contra a OS e a Prefeitura de Cajamar, já que segundo ele, o poder público deixou de se manifestar sobre o assunto. “Judicialmente, a prefeitura responde solidariamente, por isso, OS e Prefeitura devem ser responsabilizadas”, explica Ivan. 

 

A opinião do advogado é compartilhada pela diretora Juliana. Para ela, a Prefeitura também será responsabilizada na justiça pela situação, já que o município foi omisso diante do não pagamento de parte das verbas rescisórias dos trabalhadores. “A Reviva deixou a administração do hospital e não pagou parte dos encargos sociais devidos, e a Prefeitura não deu mais retorno sobre a situação, por isso, ela será responsabilizada junto com a OS”, explica juliana.

 

A profissional da saúde, Ivone Batista Neves, que atual no setor de ortopedia do hospital; é uma das associadas do Sinsaúde que não receberam parte das verbas rescisórias e que vai junto com o sindicato, cobrá-las na justiça. Ela falou sobre o atendimento jurídico que recebeu do Pé na Estrada, na porta do seu local de trabalho. “Achei maravilhoso esse trabalho do sindicato vir até nós, pois eu moro em São Paulo, e ir até Jundiaí é um pouco complicado, pois tem pedágio, falta de tempo e tudo mais, vir até nós facilitou muito”, explica a profissional.

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