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Pé na Estrada passa por Capivari e Itapira; reforma da previdência preocupa trabalhadores

14/06/2019

Esta semana o Projeto Pé na Estrada passou pela Santa Casa de Capivari e Santa Casa de Itapira, atendendo os trabalhadores daquelas regiões. Através de uma van equipada com todos os recursos necessários, o projeto leva parte da estrutura física do Sinsaúde até os profissionais da saúde na porta de seus locais de trabalho, com o objetivo de prestar todo atendimento que normalmente é realizado nas sedes.

 

Em Capivari os atendimentos foram realizados pela diretora sindical Tânia Cristina de Jesus, da subsede de Itu. Em Itapira o atendimento foi realizado pela diretora sindical Roseli Aparecida Silva Garcia, da subsede da cidade. Em ambos os hospitais, a maior preocupação dos trabalhadores e motivo de muitas dúvidas é a reforma da previdência. Como ocorreu na reforma trabalhista, muitos trabalhadores têm dúvidas do que acontecerá caso a reforma proposta pelo governo Bolsonaro seja aprovada no congresso.

 

A diretora Roseli enfatizou que os trabalhadores estão muito apreensivos pela falta de informações de como ficaram suas vidas se a reforma for aprovada. “O que reparamos é que os trabalhadores ainda têm muitas dúvidas em relação a proposta de reforma, são inúmeros questionamentos, em especial, de como fica a aposentadoria especial que atinge diretamente os trabalhadores da saúde”, explica Roseli.

 

Na opinião do trabalhador Luiz Antônio Ciliano, da Santa Casa de Itapira, a reforma da previdência pegou muita gente de surpresa por conta de algumas mudanças que vão prejudicar os trabalhadores da saúde. “A minha grande preocupação é que, o trabalhador da saúde está ligado diretamente aos riscos biológicos, ele tem contato direto com o paciente, por isso, quando se fala em retirar a aposentadoria especial do profissional da saúde, isso me preocupa muito”, explica.

 

Já a diretora Tânia explicou que outra grande procura dos trabalhadores é em relação a informações sobre a campanha salarial. “Além da reforma, os trabalhadores também querem saber como estão as negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho. Explicamos que o Sinsaúde luta para manter todas as conquistas e que não vamos aceitar um aumento salarial inferior ao índice acumulado no INPC”, explica. 

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