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Sindicato da Saúde de Campinas e Região, 1/9/2009

Sinsaúde participa com UGT e demais centrais
de ato pela redução da jornada de trabalho


Mobilização aconteceu na manhã do dia 11 de fevereiro, na praça Ramos de Azevedo,
em frente ao Teatro Municipal , no centro de São Paulo

 

A UGT – União Geral dos Trabalhadores, em conjunto com as demais centrais sindicais, promoveu o primeiro ato de rua da Campanha Nacional pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário. O movimento aconteceu neste dia 11 de fevereiro e teve início às 10h, na praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal , em São Paulo.

O presidente do Sinsaúde, Edison Laércio de Oliveira participou do movimento que contou com a presença de outros dirigentes e militantes do movimento sindical de todo o país. O objetivo da centrais é iniciar a coleta de mais de um milhão de assinaturas, para apoiar o projeto de lei que será enviado pelas centrais ao Congresso Nacional, para reduzir a jornada de trabalho no país de 44 para 40 horas. Serão instalados postos de coleta de assinaturas e haverá distribuição de panfletos e informativos com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da redução da jornada. “Nossa categoria já usufrui da jornada reduzida de trabalho. Mesmo assim, consideramos o movimento justo e participamos com nosso apoio”, destacou Edison de Oliveira.

Para o presidente da UGT, Ricardo Patah, esse é um momento histórico do sindicalismo brasileiro, pois, pela primeira vez, todas as centrais se unem para pedir a redução da jornada, visando o aumento de empregos. “Com este ato, estamos reafirmando a unidade de ação iniciada com a 4ª Marcha da Classe Trabalhadora, realizada em dezembro de 2007. A redução constitucional da jornada de trabalho é um elemento que partilha os ganhos do crescimento econômico do Brasil com os trabalhadores, levando à geração de empregos e melhor qualidade de vida”, concluiu.

Além da mobilização em São Paulo, as centrais sindicais pretendem realizar diversas manifestações conjuntas pelo país.

 

 

 

Sindicato da Saúde de Campinas e Região
Fevereiro/2008