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| www.sinsaude.org.br |
Sindicato
da Saúde de Campinas e Região, 1/9/2009
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Terceirização irregular é discutida em comissão |
Na reunião estavam presentes os representantes das centrais sindicais, federação dos trabalhadores da saúde, sindicatos de trabalhadores e sindicatos patronais representando hospitais e demais estabelecimentos do setor, além de auditores das áreas de segurança e medicina do trabalho da Superintendência. Pelo Sinsaúde Campinas e Região estiveram presentes o presidente, Edison Laércio de Oliveira, os diretores Sofia Rodrigues do Nascimento, Anselmo Bianco, Débora Azevedo, Gilvan Pereira Lima e Pedro Tolentino, além dos assessores Edison Rocha (jurídico) e Sirlene Nogueira (Comunicação). Foi destacado a alta no número de terceirizações irregulares, identificadas nos ambientes hospitalares, e também seu possíveis agravantes no aumento de casos de problemas e distúrbios classificados como acidentes e doenças do trabalho. A preocupação resultou das constatações preliminares do recém lançado Programa Interinstitucional de Combate à Terceirização Irregular da Superintendência, que numa amostra selecionada identificou um número expressivo de contratos utilizando pessoas jurídicas e cooperativas para o preenchimento de vagas na atividade fim dos estabelecimentos de saúde. O número expressivo e crescente de pessoas que trabalham sob contratos jurídicos e cooperativos nas atividades fins dos estabelecimentos da saúde, detectados pelo recém lançado Programa Interinstitucional de Combate à Terceirização Irregular da Superintendência, gerou a preocupação na categoria, que ocasionou na reunião. A assessora Ederli Marialva de Azevedo Leão, da Perícia Médica da Gerência Regional da Previdência Social em São Paulo, esteve presente e se dispôs para um trabalho integrado entre a Superintendência do Trabalho e a Gerência Regional da Previdência em São Paulo, para confrontar as informações do Fator Acidentário e Previdenciário (FAP), e os contratos de trabalho terceirizados. A idéia é usar os dados de ambos os órgãos para a apuração e constatação dos índices de acidentes e doenças do trabalho, tanto os registrados nos estabelecimentos de saúde quanto nos prestadores de serviços. Esses dados
vão auxiliar nas fiscalizações do Ministério
do Trabalho e Emprego (MTE), além de capacitar a Previdência
Social com a chance de revisão das alíquotas do Seguro
Acidente de Trabalho.
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Sindicato da Saúde de Campinas e Região
Fevereiro/2008